sábado, novembro 26, 2005

Como boa filha pródiga que sou, finalmente regressei a casa.
Voltei num dia de frio e chuva. Amanhã, contudo, pretendo partir novamente com sol.

domingo, outubro 23, 2005

A anotar:
chegada de quem de repente se me tornou poeta e eu não o sabia assim tanto.
Vulcão de palavras...















silenciosas (são as melhores).
Não importa repetir-me sempre e sempre
porque continuo a sentir a mesma morna satisfação de regressar de quando em vez a casa e cheirar a outono por cá, pelo Alentejo. Tudo permanece assim como os meus sentidos sugerem, sempre no tal simples rodopio. Aquele de que tanto gosto.
O outono por cá é muito mais bonito. É mais quente, e adormece-me...

quinta-feira, setembro 29, 2005

De regresso
As mala aos ombros, a gata no cesto, o casaco na mão, o carro à espera.
Vou regressar a lisboa para mais um ano. Para trás ficam a casa, as férias, o sol alentejano, as tardes ainda mornas, e tanta outra coisa. Lá, esperam-me os amigos, o trabalho, os livros, as mantas, as almofadas e as canecas de chá de lá de casa.
Um ano já passou nesta contagem decrescente.
Com este meu regresso, ficam por cá as minhas breves palavras soltas, com a garantia de que libertinamente passarei por cá para espalhar mais algumas.
Daqui

Your Hidden Talent

You are both very knowledgeable and creative.
You tend to be full of new ideas and potential - big potential.
Ideas like yours could change the world, if you build them.
As long as you don't stop working on your dreams, you'll get there.

segunda-feira, setembro 19, 2005

domingo, setembro 18, 2005

Já não sou quem era
Já não sou quem era, meus sonhos não são iguais,
Já não sou quem era, a hora e sincera e sinto que me estou a agitar.
Já não fico à espera, já não fico à espera mais,
Já não fico à espera de ver acender essa luz que me quer ofuscar.
Já vejo com os meus olhos, já vejo sem me deslumbrar,
Vejo as limitações, já vejo com os meus olhos.
Já vejo sem me enganar.
Perdi as ilusões, conheço as limitações.
Já não sou quem era, meus sonhos não são iguais,
Já não sou quem era, a hora e sincera e sinto que me estou a agitar.
Já não fico à espera, já não fico à espera mais,
Já não fico à espera de ver acender essa luz que me quer ofuscar.
Já vejo com os meus olhos, já vejo sem me deslumbrar,
Vejo as limitações, já vejo com os meus olhos.

A. Variações

sábado, setembro 17, 2005

Musica no Ar
Faça uma viagem ao passado, percorra 6 décadas de factos, histórias, e grandes acontecimentos.
A não perder a estreia no canal público,
Domingo, às 21.30h.
Ontem à noite, na RTP
Como plebeia que sou, vi o musical Amália na televisão.
Está ali um bom trabalho e um grande musical.
Adormeci de madrugada a trautear os velhos fados.

segunda-feira, agosto 29, 2005

Setembro: Fui
Parti em direcção ao sol, lá para o sul.
Onde o calor se adensa de forma adocicada,
onde as areias transpiram tranquilidade,
e onde os entardeceres trazem embrulhadas as brisas de fim de verão.

segunda-feira, agosto 22, 2005

Tunísia

O tão habitual amor áquilo que é quente, que tem uma história para contar, que tem cores para se cheirar e aromas para se ver e provar, levou-me a representar uma mulher árabe.
Eu hei-de pousar lá o meu olhar e sorver tudo aquilo que me atrai até desmaiar de tantas novas sensações. Um dia...
Amanhecer em duas palavras
Tranquilidade e segurança

Água de Madeiros estava no mesmo lugar, enraizado em lembranças. Tinha o mesmo pulsar, o mesmo aroma, os mesmos sons e ruídos de todos os anos. Tinha a mesma euforia e a mesma melancolia. Lá, nada muda. E é por isso que lá, me sinto segura.
Correcções das más interpretações
Ao contrário daquilo que acabei por suscitar com o post anterior, não espero sentada e imóvel pelo meu fim! Os meus dias continuam risonhos e tenho todos os motivos para que seja sempre assim.

domingo, julho 31, 2005

À espera do fim

Laços (verbo enlaçar)

Andamos em voltas rectas na mesma esfera,
Onde ao menos nos vemos porque o fumo passou
e a chuva no chão revela os olhos por trás.
Há que limpar o restolho do que o tempo queimou.

Tens fios demais a prenderem-te as cordas
Mas podes vir amanhã acreditar no mesmo Deus
Tenho riscos demais a estragar-me o quadro...
Se queres vir amanhã acreditar o mesmo Deus...

devolve-me os laços, meu amor

Andamos em voltas rectas na mesma esfera
Mas podes vir amanhã, se queres vir amanhã, podes vir amanhã
Tens riscos demais a estragar-me a pedra
mas se vieres sem corpo à procura de luz

devolve-me os laços, meu amor

in Segundos, Toranja
A música, em mim, tem o efeito equivalente ao das palavras.
Definitivamente: notas e palavras.
Por isso hei-de escrever notas e cantar palavras até morrer.
Tenho saudades
dos dias encobertos em frente ao mar
das cumplicidades e dos olhares
das subversões
das noites de trovoada
do coração aos saltos
da areia gelada debaixo dos pés
dos arrepios de alegria
das companhias silenciosas e cúmplices
das tardes de chuva
das mantas e das lãs sobre os braços
dos abraços apertados
da ternura descomplexada
da inquietação
de uma noite à conversa
de me deixar prender
de ter um segredo para contar
de dar colo
de adormecer ao som de uma música
de deixar-me levar
das saudades
das manhãs frescas e cheias de sol
do barulho incessante
de caras bonitas para fotografar
de soluçar
e
saudades,
muitas,
do amanhã.
Enquanto me embalo ao som das notas quentes e doloridas, penso, muito.
O raciocínio não pára nem evita a velocidade louca, compassada com a dos pés.
É a simbiose perfeita: o movimento e o raciocínio.

sexta-feira, julho 15, 2005

Tenho o meu lado breve e o meu lado constante.
Não sei de qual gosto mais.
Binómio Cidade - Campo
Voltei ao alentejo, não definitivamente porque ainda me esperam uns dias de semana em lisboa.
Mas por cá, o sol brilha com outra força, os aromas são mais doces, e cada entardecer é uma nova descoberta. Ainda assim, falta-me o ruído irrequieto da cidade, o constante vaivém de todos os dias, e a pressa tranquila que me pulsa cá dentro.
Mas por cá, a pressa não é a de acordar cedo, não é a correria para cá e para lá, é antes o rolar tranquilo e sonolento das horas de sol, desde o amanhecer até à luz ténue do fim do dia.
Nada por cá é como lá. Nem um é melhor que o outro.
Têm é outro pulsar e outro ritmo.
São poucas as coisas pelas quais troco por um bom dia de areia, sol e mar.

sábado, julho 02, 2005

Joana, voa, voa
Nasceu! A mim dá-me a sensação que me passou mais ao lado e muito rápido, porque não acompanhei tão de perto. Não a vou conhecer tão cedo quanto gostaria, mas já nem aguento a curiosidade de lhe ver as mãos, os pés e principalmente as feições.
Para ti:
O sol,
as cores,
os aromas de um dia especial,
os sorrisos pendurados ao vento,
as companhias de todos os dias,
as gargalhadas por entre rodopios,
e uma flor para tornar claro o dia.
Quando é noite de jazz,
o dia cai e o anoitecer escorrega
com as janelas da sala escancaradas ao vento.
O fresco e a brisa ajudam a soltar as notas.
Fá-las subir e descer, sempre neste vai-vém.
Num suspiro meu que em açúcar se desfaz,
solto as notas que a cada segundo me balançam o coração.

quarta-feira, junho 22, 2005

"Eu e os meus caracóis fomos passear ao vento,
neste final de tarde solarento"
Era só na feira do livro
Na compra de um livro, a oferta de um cd de música clássica.
Deram-me um de Strauss. Agora pela casa dançam as suas notas e com as janelas abertas de par em par, só faço é rodopiar.
Gosto tanto de dizer isto:
O trabalho dá cabo de mim!

sábado, junho 04, 2005

Já dizia o meu professor de Instituições da UE que,
"Boas prácticas para bons processos" é o que todos precisamos.
Numa qualquer tarde passada em casa, não me importo que chova lá fora. Sei que o sol espera por mim numa outra janela algures.

sexta-feira, maio 27, 2005

Lá vão eles!
Vão para os EUA. Deixam-nos por cá. Iamos de boa vontade mas responsabilidades maiores não o permitem. O que é certo é que não os deixo irem-se embora sem antes passarmos uma boa tarde na leira do livro. Já fiz a minha lista! (e você?)

domingo, maio 22, 2005

Guerra das Estrelas - Episódio III
Fui ver. Não vi os anteriores. Mas acabei por ir ver o IIIº depois de muita insistência e, definitivamente, não faz o meu género.
Gosto de brincar com o fogo
Gosto de brincar com o fogo
de jogar com as palavras
adoro coisas perigosas
incómodas e jocosas

Gosto de coisas obscenas
de soltar as fantasias
brincadeiras maliciosas
perversamente gostosas

Nunca peguei numa arma
eu nunca matei um homem
nunca violei mulheres
nunca massacrei crianças

Neste mundo em chamas
neste planeta a arder
neste inferno na terra
temos tudo a perder

Gosto de brincar com o fogo
deitar achas p'rá fogueira
gozar os truques da mente
e confundir toda a gente

Interessa-me a puberdade
excitam-me as pernas das freiras
gosto de provocar danos
nas teias dos puritanos

Mas não se brinca com a fome
nem com a miséria alheia
a vida não vale nada
quando se trafica o sangue

in Norte, Jorge Palma

quarta-feira, maio 18, 2005

Apocalipses
Pergunto ao meu colega agnóstico qual a sua posição quanto ao apocalipse.
Ele olha para mim com aquele ar de incrédulo e provocador dele e sorri, ri e dá uma gargalhada.
E diz-me calmamente qualquer coisa do género: Lá vens tu com essas coisas. E murmura mais qualquer coisa.
Sempre que se fala de assuntos teológicos ele é redundante na sua teoria, e pouco flexível na argumentação. Apesar de inteligente e hábil, não me acompanha, que eu sei. Na próxima conversa teológica vou balbuciar-lhe uns quantos termos escatológicos para lhe ver os olhos em bico! E para vê-lo a disfarçar e a mudar a conversa para o campo dele.
Visto-me de cores e de alegria.
Saio para a rua inundada de sol.
Gostava que pudesse ser assim todos os dias.
E quase que me apetece pedir um desejo para este dia de sol pendurado.

domingo, maio 15, 2005

Hoje à noite
parto a caminho de algures, bem longe daqui. Onde a terra tenha cor de canela e o sol cor de alegria. Onde a chuva seja doce e as nuvens de algodão.
Algumas paisagens devem
ser apreciadas a 80 km/h


Paris, Paris, Paris...II
Aliás, não me ficava só por Paris. Ia e ficava uns dias naquelas aldeiazinhas pacatas, simples. Ou naqueles recantos tão tranquilos. De comboio, sim, sem dúvida ia de comboio!
Um dia, hei-de ir a França só de comboio...um dia.
Ó gente da minha terra

Ó gente da minha terra
Agora é que eu percebi
Esta tristeza que trago
Foi de vós que a recebi

É meu e vosso este fado
Destino que nos amarra
Por mais que seja negado
Às cordas de uma guitarra

Sempre que se ouve o gemido
De uma guitarra a cantar
Fica-se logo perdido
Com vontade de chorar

E pareceria ternura
Se eu me deixasse embalar
Era maior a amargura
Menos triste o meu cantar

Mariza, Fado em Mim

quinta-feira, maio 12, 2005

Paris, Paris, Paris...
Últimamente ando com uma vontade súbita de ir a Paris.
Apetece-me ouvir falar um bom francês, andar pelas ruas iluminadas, tomar chá num cafézinho quente virado para uma boa paisagem.
Se alguém me convidar, não hesito!
Avózinha
Discreta, sábia no que diz, e com uma boa perspectiva é um dos melhores blogs que por aí andam!
(Ela diz que vai desempenhando o seu papel. E nem duvidem!)

terça-feira, maio 10, 2005

Só podem ser sinais dos tempos
No último banco do fundo do autocarro, um casal de namorados, abraçados, a ouvirem músicas da Britney em altos berros, com um ar muito deliciado...
Hoje o amor é isto? Ainda bem que sou conservadora, safa!
9 de Maio (ontem)
Dia da União Europeia, dia da Europa!
"União na Diversidade"

quinta-feira, maio 05, 2005

A 3 de Maio de 2004, a Bolacha Maria
A primeira, aquela com quem descobri e aprendi tantas curiosidades giras que maternidade tem.
Passou-se um ano, insuflado de momentos únicos e tão especiais, por serem os primeiros de tantos outros.

sexta-feira, abril 29, 2005

Com um sol pendurado,
com 27ºC prometidos,
e com um poema sussurado,
sigo de sorriso nos lábios dia adentro.

terça-feira, abril 26, 2005

Foi à 60 anos
Não perco a programação da RTP 1 de sexta e sábado! Vale mesmo a pena.
Morangos
Não podia sair para a faculdade sem antes ir à minha frutaria preferida comprá-los. Estavam ao sol, fresquinhos, à minha espera, a apanhar o ar da manhã.
Assim tenho motivos doces para voltar para casa mais cedo!

(quando chegar o tempo das melancias...!)
Ainda o 25 de Abril
Fica a frase,

"Esta é a
madrugada
que eu esperava
O dia inicial
inteiro e limpo
Onde emergimos
da noite e do silêncio
E livres habitamos
a substância
do tempo.
"

Sophia de Mello Breyner Andresen
Liberdade, liberdade...
era se não tivesse que passar o feriado a estudar!

sábado, abril 23, 2005

A propósito do tema da Família do séc. XXI, para um eventual trabalho, a única coisa que me ocorre é somente a música - Cerimónias, in Psicopátria, dos GNR!
Às 8.00h comecei o dia com uma Maçã de Junho!
Ontem à noite foi assim:
os pés doridos,
a cabeça pesada,
o corpo cansado,
a alma leve de tanto sono.

terça-feira, abril 19, 2005

Almoços light que deixam transparecer a vontade que chegue o verão e que o sol fique pendurado no céu durante muitas semanas: Morangos fresquinhos mergulhados em iogurte natural, sumo de laranja, e qualquer coisa mais. Hum...
A minha tia tem um "ganda" blog!
Religião e discussão
Agradam-me as discussões "teológicas" (se assim posso chamar) que tenho com alguns colegas. Uns católicos, outros agnósticos, outros confusos. O facto é que já cheguei à conclusão que por mais que argumente e contra-argumente com um agnóstico que traz de bagagem 2 anos de filosofia, é caso perdido (ou pelo menos umas discussão vã).
Ontem:
Debate - Constituição Europeia, Sim ou Não?
(Mário Soares e Fernado Rosas)

Depois de duas horas bem passadas, continuo em dúvida se sim ou se não quanto à Constituição Europeia...
Um bocadinho de filantropia a muita gente não fazia nada mal.
A mim também não, admito!

quinta-feira, abril 14, 2005

"peçam-lhe que venha tão
depressa, digam-lhe que
não durmo e que estarei
no telhado entristecida
a desbotar ao sol
incomodando os pássaros
cada vez menos

porque quando foi
fiquei vazia da
alma aos pés, parada
sob as chuvas como
um ralo

tão em descuido caiu
seu nome em meu coração
como pedra boca adentro
o silêncio morrendo"

O resto da minha alegria, Valter Hugo Mãe

terça-feira, abril 12, 2005

Não por esquecimento, mas por falta de oportunidade não pude referir os 2 anos da Mel, irmã da Mia.
E tenham paciência, eu sei que a Mia é muito famosa, mas a Mel tem muito mais encanto, é uma sacana-mor, e assim é que eu gosto!
Há dias em que se encontra cada personagem no autocarro que, a única coisa que me passa pela cabeça é que só pode ser para os apanhados. Mas não, lol.
Domingos
Há anos que não brincava com bonecas. Mas voltou a acontecer no domingo passado. É incrível como os anos passam, mas há coisas que nunca se esquecem. Brinquei com o mesmo gosto, com o mesmo jeitinho, com as mesmas rotinas de: muda fralda, veste roupa, dá de comer, põe a dormir, e por aí fora.
Os dedos percorreram os bracinhos e pernas da boneca com o mesmo entusiasmo. Os dedos vestiram as roupas à boneca com a mesma agilidade. Os braços voltaram a enterrar sobre si o corpo de uma pequena criatura, tal e qual como dantes.
Recordações como estas são-nos saudáveis porque fazem-nos ver o quanto é bom crescer guardando pequenos pedaços de momentos, assim como este e muitos outros.
E são as crianças que, pacientemente, esperam pelas brincadeiras prometidas, e nos fazem recuar desta forma alucinante. Têm a capacidade de com as suas brincadeiras, fazer-nos recordar cheiros, texturas e outras sensações que não podem ser ditas para não perderem a sua magia.
Os domingos à tarde trazem-nos sempre agradáveis momentos de um sol pendurado cá dentro.

(as minhas bonecas continuam guardadas, a fermentar em magia)

quinta-feira, abril 07, 2005

Hoje resolvi entregar-me ao silêncio das palavras.
Quero ouvi-lo e dizê-lo, porque há dias em que nada há a dizer.
"Mas como não sentiu força e imaginação para a investida, preferiu sonhar, sonhar livremente"

Idem, Ibidem
"Como vês, não estamos assim muito longe um do outro"

in Jaime e outros bichos, João Pereira Coutinho

terça-feira, abril 05, 2005

Tardes
No sofá a gata enrolada como uma noz ao sol,
no chão o livro, o jornal, a caneca de chá fumegante e doce,
no ar a música,
nos pés o brilho do sol,
nos cabelos o perfume,
nas mãos a lapizeira,
no colo as folhas brancas por escrever,
cá dentro o coração insuflado de tranquilidade e de palavras por dizer.
Deixa-me satisfeita fazer grandes achados, estilo: 2 grandes CD's por 10 euros!

domingo, abril 03, 2005

Ando a precisar de emoções fortes.
Se calhar vou-me por a ver novelas, não?
(ahah)

sábado, abril 02, 2005

É a barriga a crescer e a vontade de a conhecer a aumentar.
Não esqueço a tarde de domingo de Páscoa, ela deixou-se ver perfeitamente.
Já nos entendemos. Sim porque eu vou ser a prima favorita dela como é óbvio!
Não fosse grande a motivação com o meu curso, davam os trabalhos cabo de mim.
Se para quem não a conhece, não deixa de ser um blog animadíssimo, fará para quem a tem como vizinha. É de rebolar a rir.

sexta-feira, abril 01, 2005

Hoje: o sol
Temos que construir um PSD com ideias, com gente nova, abertura à sociedade civil e que não seja o mesmo de hoje

A mim, agrada-me a ideia de um PSD de cara lavada, para voltar a ser aquilo que sempre foi de bom.
Sem qualquer malícia,
mas até gosto das piadas que por aí correm sobre o Papa.
Sem importância nem credibilidade
Há muito que perdi a paciência para ver canais como TVI e SIC.
Cada vez mais a RTP 1 e 2 se evidenciam como sendo canais de qualidade que não podem sequer ser comparados aos restantes. A qualidade perde-se nuns e eleva-se noutros. E a minha preferência vai sem dúvida para os de qualidade. Porque face a tão grandes programas destes canais com que cara fico eu quando me falam de uma Quinta das Celebridades...ou outros que tais?
É com orgulho e sem uma ponta de vergonha que digo aos meus amigos que não vejo nada dessas coisas e que não tenho conversa para ter acerca do assunto.

sexta-feira, março 25, 2005

Para Domingo:
Ressureição traz consigo alegria, promessas e mandamentos.
"(...) É-me dado todo o poder no céu e na terra. Portanto ide, ensinai todas as nações, baptizando-as em nome do Pai, do Filho, e do Espírito Santo; Ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que estou convosco todos os dias, até à consumação dos séculos (...)"

Mateus 28:18, 19, 20
Para hoje:
"E por cima da sua cabeça puseram escrita a sua acusação: ESTE É JESUS, O REI DOS JUDEUS.
(...)
E os que passavam blasfemavam dele, meneando as cabeças
(...)
E perto da hora nona exclamou Jesus em alta voz, dizendo: Deus meu, Deus meu, porque me desamparaste?
"

Mateus 27:37, 39, 46

quarta-feira, março 23, 2005

Gosto de partilhar o meu silêncio com algumas pessoas.
Parecendo que não, o silêncio é uma forma de amar e de sentir.
Para mim é também uma forma de conforto e segurança.
De leveza!
O mar estava inquieto de tão contente, e o sol tinha um sorriso quente, lá para os lados de cascais.
Se eu vivesse ao pé do mar...
Relembrar
Gosto tanto deste exercício!

terça-feira, março 22, 2005

Amanhã vou vê-lo...ao mar
A preto & branco



Os dias a preto e branco são mais serenos
e têm outra memória
Ontem
esquecida pela chuva,
chegou a Primavera!
Sou um bocadinho mais feliz só por isto.
A expressão "tipo" anda-me a zumbir irritantemente ao ouvido.